5 regras de publicidade médica que você precisa conhecer

publicidade médica

Você conhece as regras de publicidade médica?

Marcar presença online é indispensável em praticamente todos os setores do mercado nos dias de hoje. No entanto, quando falamos da área de saúde, parece que as empresas ainda relutam e não compreendem ao certo o quão importante é a publicidade médica para o sucesso dos negócios.

Com o aumento da concorrência, é imprescindível divulgar. Só que, para fazer isso do jeito correto, é preciso conhecer algumas normas estabelecidas pelo Conselho Federal de Medicina para fazer anúncios para consultórios e clinicas.

Quer descobrir quais são as principais regras de publicidade médica que você precisa conhecer? Então confira o post de hoje:

Blogs são bem-vistos

Um erro comum que muitos profissionais de saúde cometem ao pensar nas normas estabelecidas pelo Conselho Federal de Medicina é achar que toda publicidade médica é malvista. Pelo contrário: quando ela serve para divulgar informações, disseminar conhecimento científico e tirar dúvidas do público, certamente será muito bem-vinda! E é esse tipo de experiência que um blog pode oferecer. Através de postagens e respostas a comentários, o médico pode estreitar os laços com os pacientes e com o público em geral, além de ganhar renome e se ter a chance de se tornar referência no universo digital.

Fotos de pacientes são vedadas

O profissional médico, segundo as resoluções Conselho Federal de Medicina, não poderá utilizar fotos dos pacientes em material de divulgação, mesmo que eles autorizem. Isso serve para evitar constrangimentos e propagandas no estilo “antes e depois”, que teoricamente fogem ao princípio básico dos tratamentos da medicina. Esse tipo de uso só é autorizado (com o devido consentimento) para a apresentação de trabalhos científicos ou para eventos exclusivos da área médica.

A titulação acadêmica é permitida

Utilizar a titulação acadêmica é algo permitido e incentivado na publicidade médica, inclusive em material promocional, afinal isso ajuda o público a compreender como aquele profissional pode ajudá-lo, bem como evita idas desnecessárias ao consultório por falta de informação. Esses dados podem ficar expostos no letreiro da clínica e também pode vir impresso em cartões, desde que sempre estejam relacionados à especialização reconhecida e devidamente registrada no Conselho Federal de Medicina.

Autopromoção é proibida

Fazer autopromoção meramente para aumentar os lucros e a frequência do consultório é proibido pelo Conselho. Isso se dá através do veto à participação em anúncios publicitários ligados à medicina, bem como do impedimento em receber prêmios que não sejam concedidos exclusivamente por instituições acadêmicas, órgãos públicos ou alguma sociedade médica. Divulgar os preços dos procedimentos, com o intuito de estabelecer um diferencial, também é uma prática que não é autorizada.

Redes sociais são autorizadas

Atualmente não dá para pensar em internet sem falar de redes sociais. E, dentro dos parâmetros que já citamos, elas podem ser utilizadas para publicidade médica sem nenhum tipo de problema. Uma conta no Twitter para compartilhar informações úteis, bem como uma fanpage no Facebook podem trazer bons resultados. Anúncios no Google também são uma boa ideia, desde que sigam as regras estabelecidas pelo Conselho.

Essas são algumas das principais regras de publicidade médica que você precisa conhecer! Se você gostou do artigo e quer dividir as informações, não deixe de compartilhar o post em suas redes sociais!